Crescente Bruna!

Guerras acontecem nesse momento. O mundo está sendo bombardeado. Dói em Gaia. Gaia sofre.

Em tempos que Pachamama é tratada como Geni, o planeta tenta reagir com forças sobrenaturais para diminuir o número de seus predadores humanos, milhares de vidas tragicamente se vão. Mas pasme! esses fenômenos naturais não ocorreriam naturalmente, não fosse o ser humano e sua bendita história evolutiva que está lhe levando direto à destruição. Precisamos evoluir por outros caminhos.

Uma das verdades que mais me cativa sobre o motivo do aumento da nossa expectativa de vida, para compensar o aumento da degradação do planeta por a gente passar mais tempo nele, é pra dar tempo da gente se iluminar. Haha. Era difícil atingir o nirvana morrendo cedão. Daí a gente começou a viver mais… e a consumir muito mais do que Geni consegue dá. Em uma era de declínio.

O padrão predatório não se resume ao humano contra a natureza, mas também de um humano para com outros humanos. Mudar esse comportamento tão intrínseco e disfarçado não é fácil. Exige contato com nosso ser primitivo para nos resgatar do mar de ilusões que a gente já nasce e das que adquirimos vivendo. Já chegamos aqui cheios de costumes, verdades, informações, tudo delineado pra gente ser, feliz. Haha.

Só que cada vez mais tá rolando de sacar as falhas na matrix, no game. Finalmente estamos nos unindo para mudar esse padrão predatório e tentar reverter os danos causados à nossa amada e necessária Terra (inclusive, por que “o” planetA?).

O fluxo é quântico. Quanto mais gente sente, exponencialmente vibra-se. Mas a ação é de cada um. É o que você vive cada dia que define o que equaliza o coletivo, o Todo. O caminho do indivíduo é único.

E a escalada vai entrar nesse texto?

É que para cada um conseguir encontrar suas próprias verdades e desvendar seu próprio caminho nesse labirinto evolutivo existem várias ferramentas. Palpáveis e não palpáveis. Visíveis e invisíveis. A escalada é uma que mudou minha vida.

No meu caminho eu tenho sido muito agraciada com as trocas e conexões que faço. O aprendizado é constante e intenso. Mas mesmo com algum caminhar, ainda tenho amarras escondidas e bem disfarçadas de zona de conforto que me impedem de evoluir. Identificar vem com o tempo e experiências que se vive. Mas o que a escalada faz de diferente e especial para cada um é que, assim como cada um possui seu próprio caminho a trilhar, a forma de se conectar com a rocha também é única para cada ser.

A escalada te oferece um referencial para fazer distinção entre o que é real e o que a mente cria. Para crescer é necessário executar o que se intenciona. Escalando, você ganha o que a alma precisa, não o que o ego quer. E esse ego vai vir com tudo para te derrubar se o que você não valorizar o move a mais que executou, mas não conseguiu mandar a cadena. E tem que aprender a lidar com isso se quiser conseguir mandar um projeto desafiador e seguir em busca da evolução.

Cada humano vem com sua própria amarra e padrão predatório ou destrutivo. Então, se livrar disso e vibrar em harmonia espalhando mais luz para o Todo é trabalho individual. E pra escalar uma rocha, cada um tem que encontrar o próprio equilíbrio entre estar presente, encontrar o posicionamento e ter força para mandar um projeto. Nisso, cada corpo físico se molda às marcas milenares das rochas e ganha de presente algum beta pra vida! As vezes é a iluminação de um canto escuro interior, ou uma boa informação pra passar pelo próximo crux, ou ainda, uma pura e simples paz de espírito. Não dá pra enumerar. E só poderia falar dos meus presentes, betas e conhecimentos a mim já repassados.

A rocha é um ser milenar que passou por várias intempéries para estar ali do que jeito que você a encontra no salão e a vê. No humano chamamos de rugas, cicatrizes, as marcas e registros do tempo e vivências. Nas rochas são agarras. Seres por tanto tempo ali resistindo a processos causados pela ação da água, vento, fogo e movimento de terra, as rochas se tornam seres etéreos, eternos, cada uma com sua marca, agarra, que a deixaram ali, assim, para você desvendar como vai conectar seu corpo. É preciso se sustentar nessas agarras e vencer a força da gravidade te fazendo oposição, para subir por caminhos pouco trilhados, primitivos, traçados nas rochas. Cada um já vem com seu próprio beta registrado no corpo. Com a prática, a Tríplice corpo, mente e alma, se fortalece.

Os salões de pedras aonde escalamos reúnem tanta história, registros, marcas, conhecimentos, rituais, energia, poder, que é possível sentir a imensidão de muitos deuses. Te desafiando a subir e olhar ali de cima, do ponto de vista deles, e poder ver.

A mágica que acontece é o desbloqueio de conhecimentos que ajudam a liberar energias bloqueadas, enfrentar sentimentos reprimidos, enxergar betas que iluminam o caminho, trazer luz aos aspectos escuros para que uma vez reconhecidos possam ser transmutados, trazendo ao ser a cura e o equilíbrio. Escalar te aproxima de seres superiores sublimes, te conta os segredos de harmonia, e faz a vida fluir por bons ventos te levando a viver o inimaginável. E a realizar o, até então, impossível.

Prazer, Bruna.

Fotos do arquivo pessoal da Bru.

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